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domingo, 26 de setembro de 2010

Filosofias da História: exposição e crítica.

Para entender a história... ISSN 2179-4111. Ano 1, Volume set., Série 26/09, 2010, p.01-08.


Como lembrou a professora Vavy Pacheco Borges, existem certas definições que aparentemente soam como desnecessárias.

Seria este o caso do conhecimento histórico?
Tentar trilhar o caminho das filosofias da história, termo cunhado por Voltaire, é essencial.
Hoje mais do que nunca, faz-se necessário expor algumas concepções teóricas que procuraram submeter à história a um tratamento filosófico.


Entender as principais críticas contemporâneas acerca da cientificidade da história é buscar a sua legitimidade.


Repensando o conceito de história.
Uma definição contemporânea de senso comum, afirmaria que a história é uma ciência que estuda o passado, analisando as transformações, para entender o presente.

Ao resgatar o passado, a história tentaria conferir sentido ao presente, ajudando a transformar a realidade a partir de sua própria compreensão, podendo até mesmo guiar ao futuro.
Todavia, uma análise mais detalhada demonstra que o conceito de história comporta múltiplas definições, cada qual adequada ao seu conjunto teórico.
Não é possível falar de uma história singular, já que, ao invés de uma teoria da história teríamos múltiplas teorias da história.
Cada qual possui um conceito próprio de história e uma maneira especifica de pensar o passado, suscitando um questionamento conceitual acerca da natureza cientifica da história.
A discussão poderia se alongar, passando por Santo Agostinho e sua idéia de história linear, Rousseau, Nietsche, pela Escola de Frankfurt, Popper, Heidegger ou Foucault.
Por razões práticas, procuraremos privilegiar o vinculo da história com as principais correntes historiográficas, sem deixar de mencionar a sua ligação com a filosofia, seu nascimento como ciência autônoma e a contribuição de Kant e Hegel ao surgimento de uma filosofia da história.


Filosofia e História.
Ao longo da história da história, a concepção da palavra história possuiu significados diferentes.
Na antiguidade, Sócrates circunscreveu a história ao fato de conhecer, enquanto Aristóteles dizia ser uma coletânea de fatos.
A palavra só adquiriu um sentido mais próximo de sua natureza atual no século VI a.C, quando Heródoto de Halicarnasso, considerado o pai da história, passou a empregá-la como sinônimo de investigação ou informação.
Ao escrever sua história, tentando entender como os persas haviam conseguido construir um Império ao término da guerra contra os gregos, ele terminou contribuindo para alterar a lógica do pensamento humano.
Em um momento em que o homem ainda recorria aos mitos para fornecer explicações divinas para aquilo que não podia compreender, Heródoto deslocou a lógica de pensamento da mitologia para a razão.
Neste inicio, história e filosofia se confundiam, tinham o mesmo objetivo, entender a realidade através da observação.
Na verdade, até o século XVIII, as mais diversas ciências e a filosofia estavam embaralhadas, somente a partir do racionalismo de Descartes, com a publicação de seu Discurso do Método, um século antes, o conhecimento começou a se especializar, indo na contramão do humanismo renascentista.

Portanto, até o advento do iluminismo, dentro do âmbito da divisão existente em quatro grandes áreas (teologia, direito, medicina e filosofia); grande parte das ciências humanas, biológicas e exatas pertenciam à filosofia.


Os filósofos ilustrados, ao dividirem o conhecimento acumulado pela humanidade em diversos setores para compor a enciclopédia, deram o empurrão final para que a história pudesse surgir como unidade autônoma.
O conhecimento havia se tornado vasto demais para ser contido apenas pela filosofia, foi necessário sistematizar o saber, visando possibilitar a continuidade de sua evolução, especializando as áreas do conhecimento.
A história transformou-se em área distinta da filosofia, embora ainda não considerada uma ciência propriamente dita, a ponto de, no século XIX, Jacob Burckhardt clamar por uma filosofia da história, inaugurando, de certa forma, a historiografia.
Momento em que a história, conceitualmente, passou a ser definida como uma visão do passado, voltada para o progresso da humanidade.
É interessante ressaltar que, até hoje, em certa medida, a filosofia e a história continuam interligadas.
Como lembrou José Carlos Reis, filosofia e história continuam sendo atitudes complementares, já que toda pesquisa filosófica é inseparável da história humana, enquanto toda pesquisa histórica implica uma atitude filosófica de interrogar o passado para encontrar respostas que sejam úteis ao presente.


A modernidade e as Filosofias da História.
A modernidade inaugurou as filosofias da história no século XVIII, quando Kant, ao escrever Critica da razão pura, defendeu a idéia de que não podemos conhecer a essência dos fenômenos, à medida que conhecemos através da experiência, tendo apenas sensações acerca da realidade.
Só seria possível, portanto, conhecer apenas representações dos fenômenos fornecidas pelos sentidos.

Para Kant, o mundo conhecido não é tal como ele é, mas sim uma representação, ou seja, o mundo é tal como parece em um tempo e espaço especifico e único.


Neste sentido, ao questionar a realidade, Kant terminou por estabelecer uma critica ao conceito de historicidade humana, colocando em dúvida a própria capacidade de conhecer da historia, reduzida, mais tarde, com a Critica da razão prática, quando procurou dar conta das questões metafísicas, a uma obra da providência.
Posição diametralmente oposta a de Hegel, para quem o conhecimento de qualquer fenômeno seria sempre histórico, circunscrito a um tempo e espaço, possível de ser conhecido apenas através da história, de onde derivaria, posteriormente, o historicismo marxista, sustentado pela idéia hegeliana de progresso e revolução, desenvolvimento e evolução.
Deste antagonismo, do posicionamento critico de si mesma, a história, a partir de outros pressupostos advindos desde o século XVII, pôde iniciar sua reivindicação de cientificidade a partir do século XIX, já que, os mesmos argumentos que passaram a servir para sustentá-la como conhecimento cientifico, também possibilitaram o questionamento de sua base cientifica.


Ciência e História.
A definição de ciência comporta múltiplos conceitos, tal como a afirmação de Aristóteles de que a ciência seria a busca do universal e do eterno.

Dentro do âmbito da definição contemporânea, entendida como um processo de investigação para alcançar um conjunto de conhecimentos tidos como verdadeiros, por meio de generalizações verificáveis, a ciência, propriamente dita, surgiu no século XVII.


Foram o racionalismo de Descarte e a matematização do mundo de Galileu, envolvendo a composição de hipóteses, embasadas por um conjunto teórico, dependente de métodos e técnicas, as tendências fundadoras.
Neste sentido, para compor hipóteses e verificá-las, centro do conhecimento cientifico, responsável por sua distinção do senso comum, o método seria essencial, estando, por sua vez, estritamente vinculado com a técnica.
O método, definido como a ordem estabelecida na investigação da verdade, carece da técnica para ser efetivado, ou seja, precisa de um conjunto de processos especializados, ordenados em consonância com a metodologia.
Segundo Júlio Aróstegui, o método atuaria como uma bússola para a teoria, um sistema de orientação no transito dos caminhos que seriam seguidos para obter certezas.


Enquanto a teoria proporia explicações para os fenômenos e soluções para os problemas observados, o método seria o procedimento adotado para obter conhecimentos e determinar os passos para explicar e demonstrar a realidade, comprovando hipóteses.


A técnica, segundo uma definição alcançada em 1890 pelo filosofo Espinas, seria, justamente, a prática necessária para efetivar o método, compondo o domínio de procedimentos, instrumentos e materiais, de modo que um método poderia empregar diversas técnicas e uma técnica ser útil a diversos métodos.
A teoria, o método e a técnica, unidos, compõem um sistema, constituindo um modelo que torna a ciência possível.
O conceito de modelo implica em operações visando representar as relações e funções que ligam as unidades de um sistema, por meio de generalizações, permitindo explicações.
A ciência precisa de modelos para entender a realidade e resolver os problemas que a pesquisa impõe, mesmo que a percepção não passe de um momento cognitivo, remetendo a busca pela verdade e a distinção do conhecimento cientifico de seu similar oferecido pelo senso comum.
A história, como todas as outras ciências, também necessitou de modelos para organizar e sistematizar o conhecimento que lhe é inerente.
As teorias que forneceram sustentação às várias correntes historiográficas, tornaram-se viáveis graças à elaboração de padrões de explicação presentes na metodologia.
A despeito de cada concepção teórica comportar múltiplos modelos, ao passo que cada modelo possui variados métodos e técnicas, muitas vezes entrelaçados; a história, em meio à reivindicação de sua cientificidade, sempre empregou métodos e técnicas emprestados de outras ciências.
Um processo intensificado a partir de Annales, criando variações especificas que terminaram constituindo um arcabouço de métodos científicos propícios ao entendimento da natureza de seu objeto de estudo.
           

A discussão em torno do conhecimento histórico e sua cientificidade.
Em certa ocasião, Walter Benjamin lembrou que o passado só se deixa fixar como imagem que relampeja, irreversivelmente, no momento em que é reconhecida, fazendo que a história não tenha domínio dos fatos como eles realmente foram, apropriando-se de uma reminiscência do passado, sendo um espaço repleto de “agoras”.
Portanto, apenas uma construção limitada pelo que é possível conhecer em dado contexto, circunscrito ao momento de sua configuração, captando a imagem de sua própria época e não, propriamente, do passado que almeja conhecer.
O questionamento da possibilidade de conhecer o passado, em si mesmo, conduziu ao questionamento da cientificidade da história, centro do debate contemporâneo em torno da concepção teórica de história.
O conceito de ciência, em si, é problemático, em vista de sua constante mutação e variedade de conclusões, conforme cada linha teórica.
Desde o século XIX, os limites da história sempre foram questionados, muitas vezes considerada mais próxima da literatura do que da ciência, contudo, é inegável que o positivismo e a escola metódica inauguraram a busca pela objetividade na história, fazendo os historiadores passarem a procurar sua cientificidade desde então.
Como ressaltou Ciro Flamarion Cardoso, a partir de Annales, talvez pelo seu pluralismo ou por lidar com estruturas globais, a história adquiriu um incontestável caráter cientifico, uma vez que, como qualquer outra ciência, passou a trabalhar não mais com acontecimentos únicos, mas com aspectos sujeitos a regularidades, como as estruturas sociais e culturais.

A primeira geração de Annales fundou um conceito de história extremamente vinculado à ciência.


Lucien Febvre definiu a história como uma ciência do homem e do passado humano, das coisas e dos conceitos, cabendo ao historiador interpretar os feitos humanos, recompondo a realidade que serve ao entendimento de um momento concreto, a partir do que os documentos permitiram em dado contexto.

Para Febvre, apesar da afirmação pejorativa de Poincaré da história ser uma ciência que adivinha o passado, a história seria uma ciência que lida com oposições e conflitos, caracteres inerentes ao progresso cientifico, já que são os pontos de discórdia que conduzem a evolução teórica da ciência e não a concordância.
Mais ousado, Marc Bloch, valorizando a interdisciplinaridade, defendeu a idéia de que a história seria uma ciência do homem no tempo, abordando a narração e a descrição, enquanto a maioria das outras ciências tratariam apenas da classificação e análise.
Para ele, o ponto em comum entre a história e as outras ciências seria a sua finalidade última, a busca pela verdade, a despeito desta nunca poder ser objetivamente alcançada.
Na realidade, conceito extremamente filosófico, a verdade, também constituiu ponto controverso, pois é relativa, depende do observador, do anglo de visão e dos pressupostos que se somam a estes fatores, além do referencial que torna inelegível o fenômeno observado, suscitando novos questionamentos.


Concluindo.
O historiador inglês E. H. Carr, na década de 1960, ao questionar a natureza do conhecimento histórico, chegou à conclusão de que não existe uma resposta absoluta para a definição de história ou para a validade de seu caráter cientifico.
Tudo depende da visão que cada um tem de sua própria sociedade e do tempo em que vive; inclusive, porque é o historiador e a interpretação que faz, a partir de seu contexto, que torna ou não um fato histórico.
Seguindo esta linha de orientação, Paul Veyne, na década de 1970, concluiu que a história possui grande proximidade com a ficção, se distinguido de um romance somente pelo compromisso de buscar a verdade, constituindo na realidade uma tentativa de narrar a verdade, prejudicada pelo caráter subjetivo da história e da interpretação das fontes.
Isto para não mencionar outros aspectos circunscritos à documentação que sustenta a análise histórica, tal como a inexatidão da narrativa ou as intenções envolvidas na produção das fontes.
Em outras palavras, como afirmou Eric Hobsbawm, o passado e a história são ferramentas utilizadas para legitimar as ações do presente, assim como as fontes têm um alcance político e ideológico, tornando a visão do passado distorcida.
Destarte, como ressaltou Jacques Le Goff, não existe sociedade sem história, o que conduz ao conceito de historicidade, o pertencer de cada individuo ao seu tempo, os aspectos comuns que todos os homens de determinada época compartilham; impossibilitando qualquer ciência de evitar extrair conclusões próprias de sua historicidade.
De modo que, se existe um paradigma em história, tal como o conceito formulado por Thomas Kuhn, circunscrito a base referencial sobre a qual um conjunto teórico é construído; este só pode ser considerado como o tempo histórico em que o historiador se circunscreve.
A natureza do conhecimento histórico comporta uma pluralidade de teorias contraditórias entre si e que explicam o passado plausivelmente, fornecendo ângulos e visões distintas que não se anulam, fazendo da história da história, uma narrativa das teorias da história, com criticas estabelecidas a partir das filosofias da história.


Para saber mais sobre o assunto.
ARÓSTEGUI, Júlio. A Pesquisa Histórica. São Paulo: Edusc, 2006.
BENJAMIN, Walter. “Sobre o conceito de história” In: Obras Escolhidas. São Paulo: Brasiliense, 1996.
BORGES, Vavy Pacheco. O que é história? São Paulo: Brasiliense, 1993.
BOSI, Ecléa. Memória e sociedade. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
BURCKHARDT, Jacob. Reflexões sobre a história. Rio de Janeiro: Zahar, s.d.
CARDOSO, Ciro Flamarion. Uma introdução a história. São Paulo: Brasiliense, 1992.
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Texto: Prof. Dr. Fábio Pestana Ramos.

4 comentários:

  1. Sou sua admiradora e agora visitando este site gostei ainda mais de tudo que está aqui exposto,pois tem temas polêmicos e sugestões de obras,principalmente de histórias e descobertas fascinantes do "achamento do Brasil".
    Parabéns e continue informando nosso povo e levando conhecimento para todos.
    Abraço!
    Rosemary Mota

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  2. Agradeço imensamente, é um prazer poder contribuir.
    Forte abraço.

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  3. Como historiadora também me preocupo em incluir em minhas aulas textos e explicação de fácil entendimento. O maior interesse é tornar essa disciplina agradável e accessível. Apropriada para a reflexão, despertando a curiosidade o conseqüente debate. Lucia Helena

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  4. Agradeço a colega pelo comentário e aproveito para convidar a participar com textos.
    Realmente, precisamos, como educadores, tornar o conteúdo adequado ao novo perfil de aluno do século XXI, que exige visualizar a informação para entender.
    A professora está de parabéns, se todos nós procedessemos assim, os alunos teriam outra visão de escola, bem mais positiva.
    Forte Abraço.

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Forte abraço.
Prof. Dr. Fábio Pestana Ramos.

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