Curiosidades e tudo que você sempre quis saber...


Para entender a história... é uma publicação técnico-científica on-line independente brasileira, indexada pelo IBICT, Latindex, CNEN e LivRe; no ar desde sexta-feira 13 de Agosto de 2010.
Não possui fins lucrativos, seu objetivo é disseminar e difundir o conhecimento através de artigos com qualidade acadêmica e rigor cientifico, mas linguagem acessível ao grande publico.

Periodicidade: Semestral (edições em julho e dezembro) a partir do inicio do ano de 2013.
Mensal entre 13 de agosto de 2010 e 31 de dezembro de 2012.

Livros com preços promocionais a partir de 4,99.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

As relações internacionais nos séculos XVII e XVIII.

Para entender a história... ISSN 2179-4111. Ano 1, Volume ago., Série 26/08, 2010, p.01-08.


A hegemonia dos Habsburgo.

A partir da complexa série de fatos que conduziram a formação do Estado Nacional espanhol, envolvendo a guerra de reconquista aos mouros, a chegada a Península Ibérica de levas de nobres peregrinos francos, a união do reino de Castela e Leão e, posteriormente, o casamento dos reis católicos, Isabel de Castela e Fernando de Aragão; bem como a conquista do reino de Granada e de Navarra, além da anexação dos condados da Catalunha; a dinastia dos Habsburgo emergiu como senhora da Europa.

Fruto da união dos reis católicos, após a morte de Isabel, em 1504, e de Fernando, um pouco depois; Carlos V terminou herdando o título de rei das Espanhas, do Reino de Nápoles e da Sicília, dos Paises Baixos, do Franco Condado, Áustria e Hungria, assim como senhor de todas as conquistas das praças africanas e das Índias Ocidentais.

O que conduziu a reivindicação do título de Imperador do Sacro Império Romano-Germânico.

Criando na Holanda, Carlos V, acabou abdicando, em 1556, em favor de seu filho, Felipe, iniciando um período conturbado de guerras da Espanha com outros Estados europeus, em processo de formação de nacionalidade, posteriormente, unificados em torno da luta contra o domínio dos Habsburgo.

Felipe II, a exemplo de seu pai, passaria a constituir um representante direto do catolicismo, em uma Europa marcada pelas revoltas protestantes. Cabe lembrar, punidas na Espanha com autos de fé promovidos pela Inquisição e pela purificação sagrada da fogueira, queimando hereges, bruxas e feiticeiras, desde o final do século XV em território espanhol.



A revolta holandesa.
Entre os nascentes Estados Nacionais, tentando se desvincular do domínio dos Habsburgo, estava as Províncias Unidas, conhecidas como Paises Baixos ou Holanda; uma república que iniciou a luta por sua independência em 1568, a qual duraria até 1648.

Uma guerra de secessão, posteriormente, nomeada pela historiografia como Guerra dos Oitenta Anos ou revolta holandesa.

O estopim do conflito esteve fixado durante o governo de Felipe II, o qual havia recentemente, em 1580, anexado Portugal aos seus domínios, por conta da junção da Coroa portuguesa a espanhola, sob pretexto de seu direito sucessório imediato, quando faleceu o cardeal D. Henrique, tio avó e sucessor de D. Sebastião, morto em combate aos mouros no norte da África, sem deixar herdeiros.

Operação conhecida como União Ibérica, a qual duraria até 1640, ano da restauração da monarquia portuguesa pelas mãos de D. João IV, iniciador da dinastia de Bragança.

Pela altura da subida ao trono de Felipe II, o calvinismo tinha se tornado forte nos Paises Baixos, conduzindo os fiéis, em 1566, ao ataque a igrejas católicas visando à destruição das imagens e estátuas dos santos, consideradas heréticas, irritando profundamente o rei católico da Espanha.

Para o calvinismo; religião que deriva do nome de seu criado João Calvino, surgida a partir da inspiração fornecida por Martinho Lutero, pai do luteranismo; dentro do contexto da Igreja Reformada Holandesa, os povos dos Paises Baixos seriam o povo escolhido por Deus para prosperar a partir do trabalho ardo; conceito que, segundo Max Weber, daria origem ao espírito do capitalismo.


Todavia, por trás do antagonismo religioso, razões de ordem prática haviam guiado as ações. O próprio sucesso do calvinismo na Holanda derivava do fato do catolicismo constituir a expressão do domínio espanhol, representando o governo absolutista dos Habsburgo perante populações com tendência republicanas e interesses diversos da Espanha, então excluídas de participarem da colonização do novo mundo espanhol, e, contraditoriamente, com um histórico de pesados investimentos na colonização portuguesa.

Pertencendo ao Império Espanhol, os holandeses estavam obrigados ao pagamento de pesados impostos, constituindo uma nação de burgueses, subordinada a um Estado centrado no estatuto medieval do sangue, portanto, apesar da gradual subordinação ao comercio colonial, a uma Espanha dominada pela alta nobreza de estirpe medieval.

A reação de Felipe II, a insubordinação religiosa holandesa, esteve representada pelo envio do Duque de Alba para os Paises Baixos, cuja alcunha era o Duque de Ferro, com tropas que deveriam restabelecer a ordem; além da exclusão da nobreza batava do Conselho de Regência.

A revolta holandesa foi liderada, inicialmente, por Guilherme I de Orange, o Taciturno, governador das províncias da Holanda, Zelândia e Utrecht, o qual evitou um confronto direto, explorando o conhecimento da região, salvando cidades sitiadas como Leiden ao abrir diques para inundar a zona rural.

O antagonismo entre católicos e protestantes não tardou a fazer sentir-se, transformado a luta em uma guerra religiosa.

Em 1579, as províncias do sul, dominadas predominantemente por católicos, formaram a União de Arras, fazendo as pazes com a Espanha. As províncias do norte, cuja população era calvinista, formaram a União de Utrecht, sob a liderança de Guilherme, lutando abertamente contra a Espanha, a partir de 1581, com a proclamação da independência das Províncias Unidas da Holanda.

Em 1584, o conflito foi ampliado com o assassinato de Guilherme, quando seu filho, Mauricio de Nassau, ao assumir o comando dos rebeldes, pediu auxilio a Inglaterra e a França, chegando a oferecer a Coroa da Holanda em troca do apoio, a qual foi recusada pelas duas nações.

Em 1585, a Inglaterra, que já vinha auxiliando os rebeldes, não oficialmente, quase desde o inicio do levante, decidiu intervir diretamente no conflito, firmando com os holandeses o Tratado de Nonsuch; enviando o conde de Leicester, Robert Dudley, a frente de uma cavalaria de seis mil homens, para prestar auxilio.

O apoio inglês conduziu a formação da grande armada espanhola, lançada em um ataque à Inglaterra em 1588, naufragada, devido a uma tempestade, no canal da Mancha; razão que levaria a vitória da Holanda, somada, obviamente, a estratégia de ataques piratas no Atlântico a embarcações espanholas e portuguesas.

A despeito do enfraquecimento da Espanha, a vitória batava só seria possível depois da declaração de guerra da França, governada por Henrique IV, contra os espanhóis, em 1595; impossibilitando os Habsburgo, financeiramente falidos, de manter duas frentes, iniciando um período de trégua a partir de 1599, seguido pela retomada da guerra em 1625, até, finalmente, o reconhecimento da independência pelo sistema Westfaliano.


O antagonismo religioso entre católicos e protestantes na Alemanha.

Poucos anos após a assinatura do tratado de Vervins, em 1598, por meio do qual a Espanha cedia os Estados do sul dos Paises Baixos para a Áustria, negociando a paz com a França.

Após a assinatura do tratado de Londres, em 1604, onde Jaime I da Inglaterra estabelecia a paz com a Espanha, os Habsburgo negociaram a paz com a Holanda, intermediada pela França e Inglaterra.

O tratado de Haia foi assinado em 1609, estabelecendo a chamada trégua dos 12 anos entre as Províncias Unidas e os Estados do Sul.

Entretanto, em 1618, o domínio dos Habsburgo foi contestado pelos Estados alemães, originando a Guerra dos Trinta Anos, arrastando a França, a Suécia e a Áustria para o conflito, cuja origem esteve fixada no antagonismo religioso entre católicos e protestantes.

Surgida com um intuito moralizador, a reforma protestante tinha sido iniciada a partir do precedente representado pela invenção da imprensa por Gutenberg, na Alemanha; quando a disseminação dos livros, cuja confecção estava anteriormente restrita aos monges copistas, passou a ser possível através do barateamento e simplificação do processo de feitura.

A imprensa abriu espaço para que a bíblia católica fosse traduzida do latim e grego para o alemão, inglês e francês, suscitando uma discussão sobre a interpretação das sagradas escrituras, fixada na tradução de termos, tal como a palavra grega presbyterus, traduzida pelos católicos como padre e pelos protestantes como o mais velho, alias, da onde deriva a própria nomenclatura dos contestadores dos dogmas católicos apostólicos romanos.

O fato da imprensa ter surgido na Alemanha; somado a contestação de vários dogmas católicos pelo alemão Martinho Lutero, com a publicação de suas 95 teses, em alemão; quase imediatamente após a invenção de Gutenberg, divulgadas amplamente entre a população; assim como o nascimento da Santa Inquisição, em uma tentativa de conter pela violência a reforma dos dogmas católicos, impedindo a entrada das novas idéias em Portugal, Espanha e Itália; tornou impossível a reconciliação dos novos dogmas com os antigos, conduzindo a um período de revoltas religiosas nos Estados feudais alemães.

A onda de ataques dos luteranos as igrejas católicas, só foi solucionada com a assinatura de um tratado que inaugurou a chamada Paz de Augsburgo, em 1555, por meio do qual os príncipes alemães passaram a gozar de liberdade para escolher e impor a crença de sua preferência aos seus súditos, momento em passou a existir um equilíbrio entre católicos e luteranos na Alemanha.

O surgimento do calvinismo, pouco depois, pregando a salvação não só pela fé em Deus, com cultos simples em língua nacional e a livre interpretação da bíblia, mas defendendo também o conceito de predestinação, salvação pelo trabalho e realização de boas obras em vida; alterou o panorama alemão, desequilibrando novamente o antagonismo religioso e conduzindo a um novo conflito.

O calvinismo conquistou as mentes de vários príncipes alemães, desejosos de expandirem seus domínios através da utilização da fé, penetrando rapidamente entre a população. Os Habsburgo, como representantes do catolicismo, passaram a enxergar as nações alemãs como ameaça.

Simultaneamente, os suecos e franceses iniciaram um processo de incitação das tensões, tentando minar o poder do Sacro Império Romano-Germânico.

O ambiente tornou-se ainda mais conturbado quando o Imperador Rodolfo II, católico fervoroso, assumiu o comando dos territórios feudais alemães, em 1576, tentando reverter à expansão protestante através da limitação da liberdade religiosa, destruindo várias igrejas luteranas e calvinistas.

A reação protestante envolveu a fundação da União Evangélica, em 1608, liderada pelos príncipes alemães defensores do luteranismo e calvinismo; enquanto os católicos criaram Liga Católica para combater os protestantes; acirrando ainda mais o conflito religioso.

As tensões religiosas provocaram o inicio da Guerra dos Trinta Anos, quando, na Boêmia, atual República Checa, pertencente então aos Estados feudais alemães, a disputa pela sucessão ao trono, envolvendo católicos e protestantes, foi resolvida através do apoio Espanhol a Fernando II de Habsburgo, herdeiro do Sacro Império Romano-Germânico, o qual ascendeu ao trono por meio do apoio de tropas e capital espanhol.

Fernando II, um católico fervoroso, a exemplo de todos os Habsburgo, tornou-se rei de uma nação com população predominantemente protestante, proibindo a liberdade de credo e instituindo o catolicismo como única religião da Boêmia e, de seu reino vassalo, a Moravia, contrariando acordos anteriores.

Em 1618, descontentes com a destruição de igrejas protestantes pelos católicos, teve inicio a chamada violência de Praga, marco do começo da Guerra dos Trinta Anos, quando calvinistas invadiram o Palácio Real.

Liderados pelo conde Henrique Matias Von Thurn, os protestantes entregaram a coroa da Boemia para Frederico V, um calvinista que era na ocasião chefe da União Evangélica, alastraram a revolta para outras partes do Sacro Império Romano-Germânico, chegando a ameaçar a cidade católica de Viena, na Áustria.

Os desentendimentos entre calvinistas e luteranos enfraqueceram os rebeldes, conduzindo a um retrocesso em 1620, quando a Liga Católica derrotou os protestantes, condenando a morte e confiscando bens de vários insurgentes, proibindo novamente a liberdade de credo e retomando a Boêmia, recolocando no trono os Habsburgo e substituindo a língua checa pelo alemão.

Novamente no poder, Fernando II perseguiu as tropas remanescentes de Frederico V, terminando por exterminá-las em 1624, passando a exigir que os protestantes restituíssem os bens da igreja católica expropriados.

Neste momento, a União Evangélica foi buscar apoio no exterior, pedindo auxilio ao rei da Dinamarca e Noruega, Cristiano IV, então também senhor do ducado alemão de Holstein; pedindo ajuda aos tradicionais inimigos dos Habsburgo, Inglaterra e França; os quais terminaram entrando no conflito devido a suas pretensões territoriais.

Pela mesma altura, em 1625, os conflitos na Holanda foram reiniciados, com a morte de Mauricio de Nassau, quando seu meio irmão, Frederick Henry, príncipe das províncias do norte, retomou a guerra contra as províncias católicas do sul, arrastando a Espanha novamente para o conflito em 1639, quando os espanhóis enviaram a Flandres uma armada com vinte mil soldados, derrotada pelos batavos sob a liderança de Maarten Tromp, em um conflito que fez parte, ao mesmo tempo, da Guerra dos Oitenta Anos e da Guerra dos Trinta Anos.

Na realidade, a guerra só tendeu a favor dos protestantes, a partir de 1630, através da intervenção da Suécia, liderada pelo monarca luterano, Gustavo Adolfo, também conhecido como Gustavo II; o qual havia ingressado no conflito incitado pelo cardeal Richelieu, o implacável ministro de Luís XIII, rei da França; a troco de algumas concessões; fato que enfraqueceu as tropas dos Habsburgo e abriu espaço para vitória holandesa.

Táticas avançadas de batalha, envolvendo o emprego de fossos e um exército de mercenários formado por camponeses, garantiram a vitória sueca na Alemanha, embora tenha custado a vida de Gustavo.

Ao invés das derrotas sofridas por Fernando II representarem um indicio do fim da guerra, não fez mais que ampliar o conflito, pois, a partir do enfraquecimento dos Estados alemães, alimentando-se de ambições expansionistas, a Polônia, uma pequena república com um rei eleito, invadiu a Rússia, estabelecendo uma ditadura polonesa em Moscou, questão solucionada em 1634, com o estabelecimento da paz entre as duas nações.

Ao passo que a Polônia voltou suas pretensões para o Báltico, iniciando hostilidades contra a Suécia, então com suas tropas e recursos profundamente comprometidos na guerra com a Alemanha, obrigando os suecos a se retirarem dos Estados Alemães para defenderem sua pátria.

Todavia, as vitórias suecas na Alemanha minaram o poder de Fernando II, destituído pelos católicos sob suspeita de traição, já que havia iniciado negociações de paz com os protestantes.

Fernando II terminou assassinado por seus próprios oficiais, em 1634, mas as negociações não cessaram, prosseguiram no ano seguinte, originando o tratado de Praga, o qual colocou fim a guerra religiosa entre os Estados alemães.



A pretensão da França a hegemonia européia.

Embora a Paz de Praga assinale o fim das hostilidades entre católicos e protestantes na Alemanha, não marcou o fim da Guerra dos Trinta Anos.

Em 1635, a França deu vazão as suas pretensões hegemônicas sobre o continente europeu, agregando a Suécia e a Holanda em uma guerra contra a Espanha.

Após apoiar secretamente a luta contra os Habsburgo na Áustria, por conta de ser este também um Estado católico, diante das vitórias dos protestantes, a França iniciou uma guerra declarada, cujo cerne não era mais as questões religiosas.

Liderada pelo cardeal Richelieu, em nome do rei Luís XIII, a França arrastou os suecos para a guerra, prometendo porções da Alemanha e Áustria, obtendo o apoio da Holanda em nome de sua luta pela independência, ao declarar guerra a Espanha.

Após avanços e retrocessos, os franceses acabaram estabelecendo um exército forte que chegou a contar com 100 mil homens, estendendo o conflito para além da Espanha e Áustria, também para terras alemãs e para a Itália; quando, depois do estabelecimento da paz em Münster e Osnabrück, na Alemanha, em 1645, o Imperador do Sacro Império Romano-Germânico, Fernando III, recusou-se a capitular, buscando refugio nestes territórios.

Situação agravada pela nova entrada na guerra da Alemanha, depois da invasão sueca da Baviera, quando o duque Maximiliano I tomou o partido da Áustria, declarando guerra à Espanha, Suécia e Holanda.

No outono de 1648, o exército bávaro-austríaco foi derrotado em 17 de maio.

Um fato que, somado a derrota sofrida no cerco sueco de Praga e franco-sueco de Munique, aliada à importante vitória francesa em território nacional, quando por ocasião da tentativa de invasão alemã da França; obrigou Fernando III, confrontado com a ameaça de assalto a Viena, a concordar com os termos de paz impostos, em 1648, pelos vencedores da Guerra dos Trinta Anos.

No entanto, a guerra franco-espanhola prosseguiu até o Tratado dos Pirineus, em 1659.



Esta história não terminou assim, amanhã postarei o seu desfecho.


Para saber mais sobre o assunto.
ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado Absolutista. São Paulo: Brasilense, 2004.

ARRIGHI, Giovanni. O longo século XX: dinheiro, poder e as origens de nosso tempo. São Paulo: Unesp, 1996.

ARRUDA, José Jobson. História moderna e contemporânea. Bauru: Edusc, 2005.

BETHENCOURT, Francisco. História das Inquisições. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

BRAUDEL, Ferdinand. O mediterrâneo e o mundo mediterrânico na época de Felipe II. Lisboa: Martins Fontes, 1984.

BUADES, Josep M. Os espanhóis. São Paulo: Contexto, 2006.

HOBSBAWM, Eric J. A era das Revoluções. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.

HOMEM, António Pedro Barbas. História das Relações Internacionais: o direito e as concepções políticas na Idade Moderna. Coimbra: Almedina, 2003.

HUNTINGTON, Samuel P. O choque de civilizações e a recomposição da Ordem Mundial. Rio de Janeiro: Objetiva, 1997.

HUNT, E. K. História do pensamento econômico. Rio de Janeiro: Campus, 1981.

RAMOS, Fábio Pestana. No tempo das especiarias: o império da pimenta e do açúcar. São Paulo: Contexto, 2004.


Texto: Prof. Dr. Fábio Pestana Ramos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Esteja a vontade para debater idéias e sugerir novos temas.
Forte abraço.
Prof. Dr. Fábio Pestana Ramos.

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.