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Para entender a história... é uma publicação técnico-científica on-line independente brasileira, indexada pelo IBICT, Latindex, CNEN e LivRe; no ar desde sexta-feira 13 de Agosto de 2010.
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Os francos modificaram o cristianismo da antiguidade, criando um projeto de construção da cristandade na Idade Média.

Para entender a história... ISSN 2179-4111. Ano 1, Volume ago., Série 23/08, 2010, p.01-08.


Os francos tiveram um papel fundamental na construção conceitual de hábitos e costumes entre os cristãos na Idade Média. Este povo responsável pela transposição da cristandade antiga para o seu contorno medieval.

Quando mencionamos a supremacia dos francos, estamos abordando um período que vai, a grosso modo, do final do século V, considerando o Império Carolíngio, até certo ponto, como uma continuidade do período Merovíngio, até aproximadamente o século IX.

Caberia esclarecer, que a dinastia Merovíngia é assim chamada devido ao seu fundador o rei Meroveu, rei dos francos, responsável pela conquista e partilha da Gália entre o seu povo.

O próprio significado do termo Merovíngio, a partir do latim medieval, seria “filhos de Meroveu”; tendo seu ápice circunscrito ao reinado de Clóvis.

E quando nós falamos em cristandade, é importante distingui-la do conceito de cristianismo.

Enquanto o termo cristianismo se refere à religião, a um sistema religioso; por cristandade devemos entender um sistema de poder, de legitimação da Igreja, envolvendo, em certa medida, inclusive a figura do Estado.

Cristandade refere-se a um aparelho político e administrativo como ponto de apoio.

A mútua relação estabelecida entre a dinastia merovíngia e a Igreja permitiu a construção da cristandade medieval ao longo da Alta Idade Média, constituindo quase uma transição da estrutura da Igreja, encontrada no final da antiguidade, para a Idade Média.

A Igreja católica da época serviu ao fortalecimento dos reis merovíngios, apoiados pelos cânones cristãos e dos bispos, sendo associados no imaginário popular como representantes do poder clerical.

Isto, a despeito de alguns historiadores, como o norte-americano Patrick Geary, citado por Le Goff, na obra As raízes medievais da Europa, defenderem a idéia de que o período merovíngio, entre o século V e VIII, não pertenceria ainda a Idade Média, mas sim a uma antiguidade tardia.

No entanto, antes de entrar no âmago da questão, é interessante traçar um pano de fundo para que possamos nos situar melhor dentro do tema.


O surgimento do reino dos francos.

O Império romano ruiu no final da antiguidade, devido às causas já muito bem conhecidas por todos, envolvendo uma crise estrutural motivada pela fixação das fronteiras romanas, a estagnação da expansão do Império e a escassez de mão de obra escrava advinda com o fim da escravização por guerra, temas muito bem trabalhado, entre outros, por Móses Finly.

A partir desta crise estrutural, tiveram inicio as chamadas invasões bárbaras.

Na antiguidade, o termo bárbaro, tinha uma conotação um pouco distinta da contemporânea, representava simplesmente os povos não romanizados, era a forma pela qual os romanos chamavam outros povos que ficavam fora de sua zona de influencia.

No passado, os próprios romanos tinham sido nomeados assim pelos gregos.

Entre os povos considerados bárbaros, pelos romanos, um povo originário da Hungria, que ocupava, no século IV, apenas uma parte do nordeste da França e a Bélgica, se tornariam responsável pela construção da cristandade, justamente, os francos.

Muito do que nos sabemos dos francos foi extraído de uma fonte clássica, do século VI, A história dos francos, escrita por Gregório, bispo da cidade de Tours.

Este termo, franco, deriva do alto alemão antigo frekkr, que significa ousado, forte ou corajoso.

Os francos eram um povo que cultivava as virtudes militares, treinando meninos desde tenra idade a montar a cavalo.

Na realidade, literalmente salta-se sobre o cavalo, já que não havia ainda estribo, que só surgiu no século IX.

Para montar no cavalo, o sujeito era forçado a tomar impulso, pular com as pernas separadas e as mãos juntas na garupa do para sentar sobre a sela.

Uma prática que exigia força física, incentivando a prática de esportes (nadar, correr, marchar), além da caça, onde se aprendia a matar animais de grande porte.

Sendo caçadores, os francos muitas vezes enfrentavam animais de pequeno porte com as mãos, agarrando a presa, um ato com um profundo simbolismo dentro do âmbito de uma sociedade onde o homicídio era considerado sinal de virilidade.

Os homens cultivavam cabelos cumpridos, deixando nuca e testa livre, o que representava a força, a virilidade e a liberdade.

Eram treinados a manejar espada e arco, a lançar machado com a finalidade de arrebentar o escudo do inimigo.

Os francos tinham uma sociedade baseada na comunidade familiar, elemento de proteção mútua entre os indivíduos aparentados.

Esta dita proteção, inclusive, estava prevista na Lei Sálica, forçando aqueles que não queriam seguir o costume de proteger e vingar os parentes, a declararem o repudio em publico para não serem punidos posteriormente.

Foi este povo belicoso que, no século IV, começou a pressionar as fronteiras do já decadente Império romano, forçando o Imperador Juliano a entregar a Gália.

Os francos foram incorporados ao Império romano como aliados federados.

Os romanos entregaram a Gália aos francos, uma região romanizada há séculos, como forma de pacificar as relações entre romanos e francos e buscar a proteção dos novos aliados contra outros bárbaros.

Nascia o reino dos francos, então sob o comando do rei Meroveu, o qual dividiu a Gália entre seus parentes, estabelecendo laços que ficariam conhecidos, na Idade Média, como sucerania e vassalagem.


O reinado de Clóvis.

O reino dos francos era um território esfacelado, sob o comando de vários pequenos soberanos, quando Clovis, rei da tribo franca dos sálios, filho de Quilderico, o rei de uma pequena localidade ao longo do Sena, foi desenvolvendo uma liderança em torno de si.

Primeiro, Clovis conquistou terras melhores ao sul, derrotando os romanos em 486 e os burgúndios em 500.

Foi entre os burgúndios que Clovis conheceu sua esposa, uma mulher católica, por intermédio da qual se converteu ao cristianismo, abraçando a já então religião oficial do Império Romano.

Depois, supostamente com a ajuda de Deus, derrotou os alanos em 506 e os visigodos em 507, transformando Paris na capital de seu reino.

O avanço das conquistas territoriais de Clóvis só foi barrado pelos ostrogodos, quando Teodorico, depois de conquistar a Itália, em 493, impediu a anexação da Provença.

Os visigodos haviam tomado o território em 507, justamente, em uma tentativa de ver os francos longe do mediterrâneo.

Porém, pensando na historiografia, cabe ainda uma investigação para tentar verificar se este fato estaria ou não vinculado com a conversão de Clóvis ao cristianismo, já que a data de sua conversão é tida, pela maior parte dos historiadores, como provável, mas não exata.

O que suscita um questionamento acerca de sua conversão como tentativa de busca de maior poder ou enfrentamento político aos ostrogodos.

Seja como for, os feitos guerreiros de Clóvis impressionaram tanto os lideres de seu belicoso povo, como a aristocracia e o clero romano.

A Igreja católica tinha se tornado o elemento unificador após o esfacelamento do Império romano, de certa forma, a estrutura administrativa romana permanece viva até hoje, presente na estrutura Católica.

Neste sentido, Clóvis foi o primeiro rei bárbaro a perceber que a instalação de um projeto de cristandade poderia ampliar seus poderes junto aos seus súditos, servindo ao fortalecimento do Estado.

Ao invés de converter-se ao arianismo, uma variação do cristianismo, tal como fizeram como outros reis bárbaros, ao abraçar ao catolicismo, Clóvis pode se beneficiar do apoio, se não do papado, por ser a força política deste ainda fraco, ao menos do poder da hierarquia católica e do nascente e poderoso monasticismo.

Ao mesmo tempo, a Igreja enxergou nos merovíngios uma oportunidade para, apoiada no Estado, criar o que Francisco José Silva Gomes definiu como Ecclesia universalis, manifestando uma preocupação em integrar as Igrejas locais ao primado de Roma.

Uma intenção concretizada somente com Carlos Magno, embora possibilitada a partir do projeto de construção da cristandade merovíngio.


A construção merovíngia da cristandade.

No clássico A civilização do ocidente medieval, Le Goff demonstra como a construção merovíngia da cristandade terminou sendo estabelecida através de atos de conversão forçada de populações pagãs.

Simultaneamente, a ampliação dos poderes temporais dos bispos, conduziu a uma série de concílios e, com eles, a modificações sensíveis na doutrina cristã, distanciando a Igreja do Ocidente dos cristãos bizantinos.

A doutrina da predestinação incondicional e da vontade salvífica foi colocada em prática pelos merovíngios.

Em outras palavras, afirmava que os cristãos estavam destinados a dominar o mundo para salvar os pagãos de seus mais hábitos e apresentar a verdadeira fé, o que colocava em duvida a defesa do equilíbrio e do livre-arbítrio.

Os conceitos foram desenvolvidos por Santo Agostinho na Cidade de Deus, obra escrita depois da pilhagem de Roma por Alarico e seus godos em 410, assim como também defendidos na Cidade dos homens.

Foi o inicio de um processo de deturpação dos cânones sagrados do cristianismo, acompanhado também pela deturpação dos clássicos da antiguidade.

Uma deturpação que continuaria ativa ainda no século XIII, quando São Tomás de Aquino afirmou que o que os autores queriam dizer importava pouco, já que o essencial era o que se poderia utilizar como melhor convinha a Igreja.

É interessante notar que os mesmos martírios aplicados pelos romanos pagãos nos cristãos, na antiguidade, passaram a ser infligidos pelos francos católicos aos pagãos.

Freqüentemente, os francos martirizavam seus prisioneiros de guerra: cortavam mãos e pés, a ponta do nariz, arrancam-se olhos, mutilavam o rosto com ferro quente e espetavam bastões pontudos sob os dedos dos pés.

O requinte de crueldade chegava ao ponto de, observando as chagas secarem, já sem pus, abrir novamente as feridas; enquanto, nos casos em que as feridas se agravavam, levando perto da morte, colocar um médico para curar o individuo para que pudesse continuar a ser torturado.

Tudo em nome do convencimento a conversão à fé católica.

Nas palavras de Fustel de Coulanges, os reis merovíngios inauguraram um “despotismo temperado pelo assassinato”, não é a toa que, na história dos francos, Gregório definiria estes tempos afirmando que “cometia-se muitos crimes... cada um via a justiça de acordo com a sua própria vontade”.

Como parte desta estratégia de conversão dos pagãos ao cristianismo, os merovíngios inauguram o processo de substituição dos heróis da antiguidade pagã pelos santos.

Divindades pagãs foram transformadas em santos e mártires cristãos para conciliar os cultos locais à liturgia católica.

Garantidos pela Igreja, tendo a recompensa do paraíso nos céus, na terra, os santos se tornaram objeto de veneração e até de culto, conduzindo a uma característica peculiarmente feudal.

O culto das relíquias sagradas e as peregrinações aos lugares santos surgiram por esta altura, até então não era uma prática bem vista entre cristãos.

O que, posteriormente, faria a alegria dos clérigos a venderem falsas relíquias e indulgências, aumentando seu poder perante os fiéis.

O catolicismo que até meados do ano 500 ainda era uma religião tipicamente difundida nas cidades, a partir desta construção merovíngia da cristandade, ganhou espaço na zona rural, difundindo-se pela Europa, contribuindo para o processo de feudalização da sociedade.


O papel dos bispados na construção merovíngia da cristandade.

Os bispos merovíngios, elevados a posição de conselheiros e censores dos reis francos, acabaram desempenhando um papel ativo na construção merovíngia da cristandade.

Isto em um contexto em que a Igreja procurava conduzir o Estado e os reis tentavam dirigir a Igreja, onde, querendo servir-se uns dos outros, reis e bispos acabavam neutralizados e mutuamente paralisados.

Os bispos merovíngios, circunscritos principalmente as cidades, terminaram se tornando figuras importantes, gozando de imenso poder religioso e político, exercendo a função de juízes e conciliadores.

Eles encarnaram a figura do pai protetor da cidade, figura central na manutenção da lei e da ordem, permitindo a manutenção de uma rede de cidades episcopais, governadas indiretamente pelas famílias de maior prestigio entre a nobreza.

Além disto, os bispos francos participaram ativamente dos concílios, entre 475 e 576, alterando, pouco a pouco, os cânones da Igreja católica, transformando sua estrutura naquela que seria celebrizada durante o período medieval.

A partir do que foram incorporando aos cânones católicos alguns tabus presentes entre os francos, como é o caso, por exemplo, do emblemático tabu sobre a nudez dos corpos, principalmente acerca do corpo feminino.

Antes da participação dos bispos merovíngios, até o começo do século VII, homens e mulheres eram batizados nus, em uma piscina octogonal contígua a catedral, na noite do sábado santo.


Era o simbolismo de Adão e Eva na criação, saíam da água mortos para o pecado e ressuscitados para a vida eterna.


A nudez constituía uma afirmação da condição de criatura boa, mas dependente de Deus.

O tabu merovíngio sobre a nudez do corpo conferiu novo simbolismo a nudez, fornecendo uma conotação sexual.

Entre os francos a uma mulher livre estava proibida de cortar os cabelos, os quais deveriam permanecer intocados.

Um homem que tocasse a mão de uma mulher poderia ser punido com a morte e a nudez só era permitida no leito destinado à procriação.

O que inclusive justificava as cerimônias pagãs, anteriores a conversão ao cristianismo, onde uma mulher se desnudava para provocar a fecundidade dos campos, das chuvas, etc.

Tamanho o impacto dos tabus merovíngios, frente aos dogmas católicos, que, no século VI, os crucifixos que traziam o cristo nu passaram a ser considerados indecentes, sendo substituídos por uma figura coberta por uma túnica.

Não obstante, exatamente por serem de origem aristocrática, ligados a nobreza merovíngia, nem sempre a participação dos bispos francos nos concílios primou pela absorção dos tabus populares.

Muitas vezes os bispos tomaram decisões que favoreciam única e exclusivamente a si mesmos.

Estes bispos eram quase os únicos a possuir o controle sobre a cultura erudita, acumulando terras e títulos.

Bens, que a caridade e a piedade dos fiéis aumentaram continuamente e que, mais tarde, graças ao privilégio de imunidade, permitiria escapar ao controlo fiscal do rei, possibilitando sustentar uma vida de luxo e luxuria.

A isto se acrescenta o prestígio religioso desses "homens de Deus”, pregadores taumaturgos, que, no meio da anarquia geral do século VII, aumentavam o seu poder constantemente.

Neste período, a figura do Papa praticamente não existia, era mais um título honorifico do bispo de Roma, o qual não exercia influencia sobre os bispados merovíngios.

O que, inclusive, atendia ao projeto de cristandade merovíngio, conferindo prestigio e poder aos bispos, representando os pilares do cristianismo entre os francos.

Devido a estas características, o Ocidente cristão se dividiu em territórios que, na essência, retomavam as divisões administrativas da antiguidade romana, preservando certa unidade que seria retomada depois pelo Papa ao centralizasse o poder.

É interessante ressaltar que, ao lado de bispos e padres, os monges desempenharam também um papel importante dentro do contexto da preservação da estrutura romana transposta para a Igreja.

Em um momento em que bispos e padres ainda não respeitavam o celibato, os religiosos agrupados em mosteiros, tanto homens como mulheres, encarnavam os novos comportamentos que passariam a distinguir os cristãos, zelando pela castidade e virgindade.

A nova sociedade cristã urbana foi se organizar em torno dos bispos e das paróquias que se formam lentamente no interior das dioceses.

Ao mesmo tempo em que a vida religiosa também se instalou nas villas da aristocracia rural e militar, fundando capelas privadas.

Enquanto os mosteiros propagaram a fé pelo campo, agregando-se ao projeto de construção da cristandade merovíngio.

Os reis e rainhas merovíngios, tomando a vantagem da recente formação da estrutura do poder eclesiástico, financiram a criação de monastérios e sedes episcopais, cuidadosamente concedidas às elites que apoiavam a dinastia.

Grandes extensões de terras foram doadas aos monastérios para dispensar aquelas terras dos impostos reais e para preservá-las dentro da família.

Estas famílias da nobreza tentavam manter seu domínio sobre o monastério pela indicação de seus membros como abades.

Filhos e filhas mais novos e que não poderiam casar-se eram enviados aos monastérios para que não ameaçassem a herança da criança mais velha.

Esse uso pragmático dos monastérios assegurou laços fortes entre as elites e as propriedades monásticas.


A cristandade medieval.

Toda esta estrutura, montada como parte do projeto merovíngio de construção da cristandade, ao invés de diluir a centralização administrativa da Igreja, terminou possibilitando seu fortalecimento.

O poder dos reis francos, após a morte de Clóvis, com a divisão do reino merovíngio entre os seus quatro filhos, como era costume entre os francos, gerou a disputa entre os herdeiros.

Iniciou-se um processo de enfraquecimento dos reis francos, marcado por alguns períodos de tentativas de centralização, abrindo espaço para a ascensão dos mordomos do palácio.

No século VIII, Carlos Martel, um destes mordomos, transformou os francos em uma força de cavaleiros que barrou a invasão muçulmana.

O filho dele, Pepino, chamado pela alcunha “o breve”, estabeleceu uma aliança entre o reino Franco e o Papa, buscando o apoio papal para seus intentos, em troca da cessão de terras, antes pertencentes aos lombardos, ao pontífice.

Estas terras se tornaram depois os Estados Pontifícios, ajudando a inverter a tendência e conferindo um crescente poder ao Papa, abrindo espaço para o inicio da dinastia carolíngia.

Mas esta já é outra história.


Para saber mais sobre o assunto:

ARIÈS, Philippe & DUBY, Georges (dir.). História da vida privada: do Império romano ao ano mil. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

BASCHET, Jérôme. A civilização feudal: do ano mil à colonização da América. São Paulo: globo, 2006.

LE GOFF, Jacques. A civilização do ocidente medieval. São Paulo: Edusc, 2005.

LE GOFF, Jacques. As raízes medievais da Europa. Rio de Janeiro: Vozes, 2007.

RIBEIRO, Maria Eurydice de Barros (org.). A vida na Idade Média. Brasília: UNB, 1997.


Texto: Prof. Dr. Fábio Pestana Ramos.

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Prof. Dr. Fábio Pestana Ramos.

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